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novembro 07, 2019

Kiko do seriado Chaves confirma participação no Geek Interior em Valinhos/SP

por , em
Nos dias 16 e 17 de novembro acontece em Valinhos, no interior de São Paulo, a primeira edição do Geek Interior Festival.
Revista Nós e outros Olhos
O Geek Interior Festival tem como objetivo reunir o melhor do mundo Geek em um evento que promete ser um dos maiores da região, já que trará grandes nomes nacionais e internacionais para interação com os fãs.

Carlos Villagrán, o Kiko do seriado mexicano “Chaves”, será a atração principal desta primeira edição. Villagrán se apresenta no palco principal do Geek Interior no dia 17, onde prepara um painel especial para os fãs.
Revista Nós e outros Olhos
Além do interprete do Kiko, O Geek Interior Festival em Valinhos, vai receber o dublador Wendel Bezerra, que dá voz aos personagens Goku, Bob Esponja, Jack Chan. Bianca Alencar que é atriz, dubladora e cantora, também se apresenta nesta primeira edição.

Os Cosplays terão vez também no evento já que acontece a Seletiva WCS Brasil, onde dois dos melhores cosplayers vão concorrer a ser o melhor cosplayer do Brasil e depois a final no mundial que acontecerá no Japão.

Confira a programação:

Sábado – 16 de novembro
Anderson Gaveta (Sócio-fundador da Gaveta Filmes)
Wendel Bezzerra (Dublador Goku / Bob Esponja)
Tânia Gaidarji (Dubladora Bulma de Dragon Ball)
Wellington Lima (Majin Boo em todas as suas formas em Dragon Ball)
Banda Nerdstones (Tocando temas geeks)
Mauricio Somenzari (Único cosplayer brasileiro com 4 títulos internacionais)
Giu Hellsing (Cosplayer)
Inuki Prince (Cosplayer)
Monica Somenzari (Cosplayer - 2 vezes campeã WCS)
Revista Nós e outros Olhos
Domingo – 17 de novembro
Carlos Villagran (Kiko do Chaves)
Bianca Alencar (Dubladora, youtuber, atriz, cantora)
Lucas Olly (Kpoper)
João da Nica (Youtuber )
Enio Vivona (Dublador Rick da série Rick e Morty e Arturo de La casa de Papel)
Carla Martelli (Dubladora Toquio La Casa de Papel)
André Gaiani (Dublador Jerry da série Rick e Morty)
Mauricio Somenzari (Único cosplayer brasileiro com 4 títulos internacionais )
Giu Hellsing (Cosplayer)
Inuki Prince (Cosplayer)
Monica Somenzari (Cosplayer - 2 vezes campeã WCS)
Barbara Duzzi (Cosplayer )
Revista Nós e outros Olhos
Geek Interior Festival
Datas: 16 e 17 de novembro
Horário: a partir das 10h
Cidade: Valinhos / SP
Local: Parque Municipal Monsenhor Bruno Nardini

Para mais informações, acesse:
https://www.facebook.com/Geek-Interior-Festival-111296866894850/

Crédito de Conteúdo e Imagem: Somos Assessoria

Revista Nós e outros Olhos
A Revista Nós e outros Olhos apoia a Cultura e incentiva ações como esta!
Propague a cultura você também... Isso só faz o bem! 
maio 14, 2019

Dragões de Garagem, um grupo de Cientistas que informa divertindo

por , em
Dragões de Garagem na Revista Neoo
Para quem ainda não conhece, os Dragões de Garagem é um grupo de Cientistas que desde 2012 postam artigos, vídeos e tirinhas sobre diversos segmentos da Ciência.

Eles passam muitas informações de uma forma bem descontraída, fazendo com que as pessoas se familiarizem. Veem o conhecimento como uma fonte de poder transformador para nossas vida e para a sociedade.

Talvez você já tenha se deparado com alguma tirinha deles nas redes sociais. Se não, selecionamos algumas para você conhecer e passar a acompanhar o trabalho desse pessoal: 

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Cientirinhas na Revista Neoo

Esta incrível equipe é composta por:

Luciano Queiroz, Mestre em Microbiologia 
Lucas Camargos, Entomólogo
Patrick Simões, Químico e Doutor em Oceanografia Química
Bárbara Paes, Bióloga, Mestra e Doutora em Biologia Molecular
Matheus Cortezi, Oceanógrafo e Mestre em Oceanografia por Satélites
Luiz Bento, Biólogo, Mestre e Doutor em Ecologia
Gabriela Sobral, Doutora em Paleontologia 
Natália Aguiar, Mestra e Doutora em Ciência Política 
André Thieme, Mestre e Doutor em Psicologia
Estrela Steinkirch, Bacharela em Química 
Tabata Bohlen, Bióloga, Mestra e Doutora em Ciências
Fabian Menezes, Mestre e Doutor em Ciências e Aplicações Geoespaciais
 Marina Monteiro, Bacharela em Física e Mestre em Ciências (atmosféricas)

E Merlin... que assina todas as cientirinhas!

Grandes Dragões que enriquecem nossos dias com muitos informes!

Esperamos que gostem da dica de hoje! :)




Artigo: Equipe Neoo
Imagens: Arquivo Dragões de Garagem
dezembro 26, 2018

Quadrinhos - Um tour pelas artes, parte 9

por , em
Olá pessoas. Eu sou Willian Vulto e hoje é dia de mais um dos meus posts sobre as formas de arte. Semana passada eu falei sobre a Fotografia (Veja Mais), e essa semana eu vou falar do tipo de arte que eu mais consumo na prática, que são os Quadrinhos.

Sobre os Quadrinhos
Quando falamos em quadrinhos, a primeira coisa que vem à cabeça são os comics, os quadrinhos americanos de super heróis, impressos em papel. Como cultura de massa, essa é a forma mais tradicional que os quadrinhos assumem, assim como o formatinho, que é um formato basicamente brasileiro, eternizado em nossas vidas com as histórias da Turma da Mônica, dentre outras.

Porém, os Quadrinhos são os "representantes oficiais" de um grupo de arte mais amplo e que carrega uma bagagem histórica fascinante. Então, quando falamos de quadrinhos como conceito, normalmente falamos de arte sequencial.

A arte sequencial vem para resolver o grande problema da pintura: "Como contar história com uma ferramenta que não utiliza o fator tempo?". Por mais que um quadro não consiga conter uma narrativa temporal completa, ele consegue retratar um pequeno período de tempo, então, em teoria, vários quadros podem retratar um grande período temporal, dividido em pequenos períodos justapostos.

Então, enquanto na pintura, temos um vislumbre de um momento e temos que usar as pistas para imaginar o que vem antes e depois, na arte sequencial isso não é necessário, pois existe um quadro antes e um quadro depois para te contar o que acontece. Mas, mesmo assim, é impossível preencher o tempo com imagens de forma contínua (isso seria cinema), e ainda sobra espaço para a imaginação do observador, que passa a ter o trabalho de desvendar o que acontece entre os quadros, nas canaletas dos quadrinhos.

Dito isso, podemos interpretar que a arte sequencial está em algum lugar entre a limitação temporal da pintura e completude temporal do cinema. Nesse sentido, os quadrinhos são mais eficientes que as pinturas e do que o cinema para contar histórias. É mais eficiente do que a pintura por se tratar de várias pinturas em sequência, o que multiplica a quantidade de elementos que podem ser abordados. E mais eficiente do que o cinema, por que chega bem próximo no fator tempo, mas preserva a liberdade total da pintura, coisa que o cinema não tem, por depender do aparato tecnológico.

Essa vantagem vai ser entendida muito cedo na história do mundo. Por mais que isso que chamamos de quadrinho moderno seja muito recente, a arte conceitual surge logo após o surgimento da ilustração em si. Isso é óbvio, se é possível construir uma narrativa com uma imagem, é possível construir uma narrativa maior (não necessariamente melhor) com duas imagens, e com três, e com 10...

Existem vários exemplos de formas muito antigas de arte sequencial, como os Hieróglifos egípcios, alguns painéis sacros em igrejas, são exemplos clássicos. É possível ainda que existam narrativas sequenciais em pinturas rupestres, mas é mais difícil afirmar a relação entre tempo e posição, por que muito do material se perde e as técnicas eram mais rudimentares.

Outra característica marcante da arte sequencial é a chamada à ação. Uma pintura ou escultura, estão completas em si mesmas, paradas e estáticas. Você pode observar por mais tempo para tirar melhores conclusões de uma obra mais complexa, mas não é uma característica padrão. No cinema e no teatro, as obras usam seu fator tempo (sua grande vantagem) e a história segue, enquanto você a recebe, de forma passiva. Por outro lado a arte sequencial exige que você tome a ação no ato de apreciação dessa arte. A narrativa está la, mas é você quem decide o tempo com que ela será apreciada. É você quem precisa viajar entre um quadro e outro. Você precisa agir e seguir com sua leitura. Nos quadrinhos, você controla o tempo.

Esse "fator ação", gera um efeito bem interessante nos quadrinhos mais longos, um efeito narrativo que nenhuma outra forma de mídia consegue igualar ou similar. Eu estou falando da virada de página. Por mais que um livro tenha seus fins de capítulo marcantes, cada palavra vem depois de outra palavra e o espaço entre elas tem um tamanho muito parecido, enquanto nos quadrinhos a diferença entre quadros de uma mesma página é muito menor do que a diferença entre quadros de virada de página.

Para ter um exemplo, em uma edição de House of Mistery, um personagem sádico e maquiavélico conta que está planejando algo muito grande e muito ruim, mas que ele tem um ponto fraco. Ele sabe que é um personagem de histórias em quadrinhos e, para que seu plano dê certo, ele depende que você, enquanto leitor, vire a página. Você pode fechar a revista e ir embora, ou você pode virar a página e descobrir o que acontece.

O poder simbólico da virada de página, enquanto ação do leitor é muito forte e é única dos quadrinhos. Alguém na literatura pode até tentar, mas "eu só preciso que você leia o próximo capítulo" nunca terá o mesmo efeito que "eu só preciso que você vire a página".

Em resumo, Quadrinhos, ou arte sequencial, é uma das formas mais poderosas de construção de narrativas. É uma forma de arte que acessa o tempo quase tão bem quanto o cinema, mas com a liberdade surreal e possibilidade de criar ilusões que a pintura (artes visuais como um todo) tem. Além disso, ainda existe o fator-ação, esse convite que o quadrinista faz para que o leitor se aventura em suas páginas e em seu tempo estranho.

No fim, para ler quadrinhos é preciso ter ação e para ser um bom quadrinista é preciso ser um bom anfitrião.


Indicações:
Vou indicar alguns quadrinhos nacionais muito bons que eu ajudei a financiar pelo Catarse.

Persistente, da Bianca Reis
Um quadrinho sobre a luta contra a depressão

As Flores Falam, da Val Armanelli
Um quadrinho com histórias de mulheres que sofreram, mas se recuperaram

Já Era, do Felipe Parucci
Uma hq com várias críticas sociais e questões existenciais

Cerulean, da Catharina Baltar
Uma hq fofinha sobre uma sereia que quer conhecer o nosso mundo

Quem Matou o Caixeta?, do Rainer Petter
Uma hq sobre masculinidade tóxica, haters, youtubers, influenciadores e tudo isso com uma metalinguagem de te fazer explodir a cabeça
E indico que você conheça a aba de quadrinhos do Catarse. Sempre tem alguém muito bom precisando de ajuda para por seu gibi na rua.


Por hoje é só.
Espero que tenha gostado.
Continuo esse tour pelas artes na semana que vem. 
Até lá

Artigo
Willian Vulto
Um grande conhecedor do mundo das artes, filmes, games, literatura, quadrinhos e muito mais... Willian Vulto dirige o site de arte e entretenimento "Lugar Nenhum", local onde poderá conferir as novidades deste segmento com grande criatividade e exclusividade.

Acesse: lugarnenhum.net

Imagens: Google
Imagem de capa: Willian Vultu
novembro 13, 2018

Pintura - Um tour pelas artes, parte 3

por , em
 Olá pessoas. Eu sou Willian Vulto e estou de volta com a minha série sobre as formas de arte. Semana passada eu falei sobre artes cênicas (Veja Mais), e essa semana eu vou tratar um pouco sobre pintura.

Sobre Pintura
A pintura é a primeira e a principal forma de arte totalmente visual. E por visual eu estou falando de obras que vão ser apreciadas unicamente com os olhos. A dança também é apreciada com os olhos, mas ela acaba dependendo um pouco da música e da própria presença do artista, o que cria um peso multissensorial para ela, envolvendo também a audição e, por que não, o tato. No caso da pintura e da ilustração não é assim. Aqui não há som e também não há peso. Tudo deve ser apreciado pelos olhos.

Outra coisa que a pintura não tem é tempo. E é esse ponto que vai tornar essa análise de hoje interessante. Afinal, se arte é narrativa, e narrativas são acontecimentos que se dão ao longo do tempo, como pode uma forma de arte, sem movimento, e sem tempo, contar histórias? Isso significa que a pintura, a arte visual como um todo, é conceitualmente uma ilusão? Talvez.

E talvez esse seja o grande segredo desses artistas. Um segredo que vem de uma característica muito peculiar da nossa mente, dos nossos olhos e de como entendemos o universo. Por mais absurdo que pareça, eu vou ter que falar um pouco de física para explicar isso.

O mundo é estruturado em 3 dimensões, mas nós enxergamos através de nossos olhos, que são, basicamente, superfícies 2d, então, o que enxergamos, na verdade é um holograma do mundo real. Toda a nossa noção de densidade e profundidade vem de cálculos internos que nosso cérebro faz o tempo todo, mas o resultado é apenas uma interpretação de um dado intrinsecamente falso. Enxergamos em 2d.

Por outro lado, existe uma coisinha chamada quantum, que é a menor unidade possível de um tipo de energia. A luz é uma medida quantizada, o que significa que ela se move em pequenos pacotes de partículas, chamadas fótons. Então, quando você observa algo se movendo, em diferentes instantes você está recebendo fótons daquele corpo em posições bem definidas. Só existe informação de posição, e não de velocidade. É complexo, mas, em resumo, significa que nós também não enxergamos movimento, pois toda nossa noção de movimento é uma construção baseada em imagens paradas. E, de acordo com Zenão, o movimento sequer existe.

Então, o que eu quero dizer com isso tudo?

Pintar é construir uma narrativa em uma plataforma que, por definição, não aceita narrativas. É uma arte baseada em ilusão, tanto de profundidade quanto de tempo.

Dessa forma, todo pintor/ilustrador é um tecedor de ilusões, mas isso só funciona por que nunca enxergamos o mundo como ele realmente é. Sempre lidamos como mentiras e interpretamos os resultados disso.

Aprendemos a abraçar a ilusão por toda nossa vida.

Indicações

Annemarie Busscher
Retratista ultra realista inacreditável

Alison Brickle
Artista que usa a pintura com elementos do ambiente

Alex Garant
Simula desfoque de fotografia em pintura

Katy Ann Gilmore
Faz ilusões de perspectiva e engana todo mundo

Scott Wade
Pinta em sujeira de carro

Pos Apocalyptic Girls
Por que ilustrações também estão inclusas nas ilusões
Por hoje é só.
Espero que tenha gostado.
Continuo esse tour pelas artes na semana que vem. 
Até lá


Artigo
Willian Vulto
Um grande conhecedor do mundo das artes, filmes, games, literatura, quadrinhos e muito mais... Willian Vulto dirige o site de arte e entretenimento "Lugar Nenhum", local onde poderá conferir as novidades deste segmento com grande criatividade e exclusividade.

Acesse: lugarnenhum.net

Imagens: Google
novembro 06, 2018

Artes Cênicas - Um tour pelas artes, parte 2

por , em
Olá pessoas. Eu sou Willian Vulto e estou de volta com a minha série de posts sobre as formas de arte. Semana passada eu falei sobre música (Veja Mais), e essa semana eu vou tratar das artes cênicas.

Sobre as Artes Cênicas
As artes cênicas são uma série de manifestações diferentes, mas que se caracterizam pelo seu elemento comum, que é o uso do corpo do artista. Teatro, Dança, Coreografias e Performances em geral se enquadram como artes cênicas.

A dança é um caso especialmente interessante de arte. Na dança, é possível transitar entre uma expressão despreocupadamente natural e formas mais técnicas e trabalhadas. É natural dos seres humanos, e de algumas espécies animais, se mover no mesmo ritmo de uma música e usar as expressões do corpo para revelar sentimentos e narrativas. Com o tempo, e a evolução da sociedade, a dança adquire valores estéticos mais determinísticos e a técnica se faz mais presente em performances cada vez mais pensadas e mais complexas. Em um extremo, temos um bebê que se balança no ritmo de uma música e, no outro, uma espetáculo com centenas de dançarinos fazendo coreografias super intrincadas e detalhistas. Mas ainda assim, tudo isso é dança.

Você pode estar pensando que, quando falo de arte cênicas, eu estou falando, necessariamente, de movimento, porém isso não é verdade. Me parece (e eu não sou especialista, nem nada), que esse macro grupo de artes tem como objeto principal o corpo do artista e sua presença na cena. Uma artista que eu gosto muito, a Marina Abramovic, tem várias performances onde ela fica parada na maior parte do tempo e convida o espectador a interagir com ela. Não são performances sobre movimento. São performances sobre doar o corpo para a arte, colocando a performance acima da própria segurança e saúde do artista.

A presença no palco também vai ser extremamente importante no teatro, onde os atores também doam seus corpos pelo espetáculo. Ao contrário do cinema, toda a peça é feita ali, na hora, com trocas de figurino ágeis e uma linguagem corporal mais forte, que precisa ser vista até por quem está na última fila. Ouso dizer que o teatro exige mais do corpo dos atores do que o cinema, mas deixo para falar disso no futuro.

Resumindo tudo o que eu disse até aqui e tentando amarrar as coisas: O corpo conta histórias, com ou sem movimento. Você pode contar essas histórias de forma natural e cotidiana, mas também pode treinar o seu corpo a ser uma máquina de narrativas. Uma máquina incrível.

No fundo, a meu ver, artes cênicas é sobre se doar.

Indicações

Uma Artista
Marina Abranovic falando sobre o Rythim 0, uma das suas performances mais famosas

Um Vídeo
Sobre dança e ciência

Um Texto
Sobre 5 artistas de performance que a de se conhecer

Um Filme
Climax. Eu não sei se é bom, por que ainda não saiu, mas o trailer está incrível

Um Curta
The Mime, que é um curta de terror sobre um mímico

Um Videoclip
 This is America do Childish Gambino – a dança é o núcleo da narrativa
Por hoje é só.
Espero que tenha gostado.
Continuo esse tour pelas artes na semana que vem. 
Até lá


Artigo
Willian Vulto
Um grande conhecedor do mundo das artes, filmes, games, literatura, quadrinhos e muito mais... Willian Vulto dirige o site de arte e entretenimento "Lugar Nenhum", local onde poderá conferir as novidades deste segmento com grande criatividade e exclusividade.

Acesse: lugarnenhum.net

Imagens: Google
outubro 30, 2018

Música - Um tour pelas artes, parte 1

por , em
Olá pessoas, eu sou o Willian Vulto, o novo redator daqui da Revista Nós e outros Olhos. Para começar minha contribuição aqui, farei um tour pelas 11 formas de arte. Hoje eu vou falar sobre a música. 

Sobre a Música
A música é a forma de arte mais básica e natural que existe. Qualquer criaturinha, que consiga produzir som, e tenha percepção de tempo, pode produzir notas ritmadas que, gostosas de ouvir ou não, são música. Não precisa ser um ser humano com um cérebro desenvolvido para produzir música. Inclusive, acho que nunca superaremos os pássaros nisso.

Do ponto de vista da ciência, a música não tem uma definição formal. Porém, uma definição não é necessária para nosso olhar de hoje. Você sabe o que é a música. Basta sentir. Feche os olhos e ouça o ritmo do seu coração. Seu corpo sabe o que é a música e sabe produzi-la também. A vida humana é baseada em ritmo, então sinta o seu próprio.

A música tem uma grande ligação com a matemática também, tanto que Pitágoras (aquele mesmo, do triangulo retângulo) foi um dos primeiros a sistematizar as notas musicais analisando a vibração das cordas. Mas a música é muito mais antiga do que isso. Muito mais antiga.

Música é vibração. E vibração é onda. Isso é dado. Por outro lado, De Broglie descobriu que toda partícula tem uma onda associada. Então energia e matéria também são ondas. Tudo é onda e tudo é música.

Ou seja... "O universo inteiro é uma grande sinfonia. A canção definitiva."

Indicações:

Um Podcast:
O Fermata é um podcast para ouvintes e amantes de música. É um podcast sobre o ouvir. Gosto muito e recomendo o episódio 44 sobre Canción Nueva.

Um Desenho:
Donald na Terra da Matemágica é um clássico sobre Matemática, e tem uma parte excelente sobre música.

Um Filme:
Coco, a Vida é uma Festa, da Pixar. É um filme lindo sobre música e memória.

Um Livro:
O Nome do Vento. Não é bem sobre música, mas tem partes interessantes à respeito.

Um Curta:
Valse à Quatre Mains fala sobre como a música supera os preconceitos e une as pessoas.
Assista!!!

Um Quadrinho:
Canário Negro - O Som e a Fúria, uma hq sobre porradaria, mas com uma banda super legal.

E uma música para encerrar:
Simon e Garfunkel, The Sound of Silence, já que o silêncio também conta histórias.
Por hoje é só.
Espero que tenha gostado.
Continuo esse tour pelas artes na semana que vem. 
Até lá


Artigo
Willian Vulto
Um grande conhecedor do mundo das artes, filmes, games, literatura, quadrinhos e muito mais... Willian Vulto dirige o site de arte e entretenimento "Lugar Nenhum", local onde poderá conferir as novidades deste segmento com grande criatividade e exclusividade.

Acesse: lugarnenhum.net

Imagens: Google
maio 31, 2018

15 de setembro acontece a 2ª HQ Fest de Indaiatuba, SP

por , em
Evento destinado aos fãs e simpatizantes de Quadrinhos HQs, Comics, Cosplay, Geek, Nerd e Cultura Pop.

Esse tipo de evento é muito divertido e pode ir todo mundo da família. Todos vão se agradar de alguma maneira pois normalmente tem muito coisa acontecendo simultaneamente.

Palestras, convidados, desfiles de Cosplays e Cosplays Kids, exposições e vendas de gibis, além da presença dos melhores artistas brasileiros de HQs da atualidade.

Vale a pena ir até Indaiatuba conferir!
Dia 15 de setembro das 9h às 20h
É o dia inteiro curtindo!

Aqui, um pouquinho do que você vai encontrar.
A Cosplay Aline Cacko 
O quadrinhista Marcel Bartholo
A quadrinhista Natália Costa 
O ilustrador Michel Ramalho 
O quadrinhista Gabriel Sozzi
O Quadrinhista Marcos Gratão


E muitos outros artistas.
Walter Júnior, Pedro Mauro, Moacir Torres, Marco A. Cortez, Diego Borba, Ede Galileu,
Nilson Félix, Gabriel Sozzi, Marcel Bartholo, Gilberto Queiroz, Jonathan Segovia,
Marcos Gratão, Cézar Barbosa, Rodrigo Otäguro, Walter Caldeira,
Rodrigo Marcondes, Wilski Barbosa, Palhaço Espojinha, Lígia Zanella,
Adriano Gon, Dadi, Leopoldo Alves, Eder Araújo, Gil Mendes,
Ser Ilustra, Charles Mos, Marcos Venceslau, Luciano Oliveira, Giovanni Kawano,
Herbert Berbert, Alexandre Dal Gallo, Daniel Esteves, Rafael de Latorre, Hugo Nanni, Will Yamaguchi, Marcos Vieira, Edegar Agostinho, Eddy Fernanddes, Letícia Silva Pereira, José Amorim,
Gus Centtini, Gustavo Nascimento, Ana Li, Alexandre Silva, Jorge Luiz, Aline Gon,
Moacir Muniz, Michel Ramalho, Fernando dos Santos, Iago Ferreira, Natália Costa, Daniel Vardi, Coletivo Canecagaquê, Wagner Rodrigues, Gisela Pizzatto, Israel Maia, Naomi Yonamine, Régis Rocha (Afrodinamic), Ranniery Holanda.

Estão abertas as inscrições para artistas e expositores.

Local: Shopping Parque Mall
Rua das Primaveras, 1050
Indaiatuba, SP



Informações/Inscrições: HQ Fest







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