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novembro 21, 2018

Arnaldo Antunes revisita carreira como cantor, compositor e poeta em documentário inédito

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A trajetória plural de Arnaldo Antunes é investigada no documentário “Com a Palavra, Arnaldo Antunes”, produzido com exclusividade para o Curta! com financiamento pelo Fundo Setorial do Audiovisual, da Ancine. Na produção, o cineasta Marcelo Machado, que também dirigiu “Tropicália”, convidou o músico e poeta Arnaldo Antunes a revisitar todos os desdobramentos de sua produção artística. O paulistano começou a carreira artística compartilhando os vocais e as composições na banda de rock Titãs. Em paralelo, ele se dedicou à literatura. Após se desligar do grupo, Arnaldo Antunes se lançou em carreira solo, montou o trio Tribalistas,  com os amigos Carlinhos Brown e Marisa Monte, e se aventurou no mundo das artes visuais, criando obras que remetem à escrita. Estreia na Segunda da Música, 26, às 22h35.

Um documentário autobiográfico sobre o papel que a palavra, a música e a imagem ocupam na obra de Arnaldo Antunes. Da origem como poeta ao sucesso como compositor, o artista revisita momentos marcantes da carreira. Diretor: Marcelo Machado. Duração: 70 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 27 de novembro, terça-feira, às 2h35 e às 16h35; 28 de novembro, quarta-feira, às 10h35; 1º de dezembro, sábado, às 22h30. 

Saiba mais em:
http://www.canalcurta.tv.br

Sobre o Curta!
Dedicado às artes, cultura e humanidades, o Curta! é um canal independente que acolhe a experimentação e se orgulha de ser um parceiro dos realizadores, artistas, criadores e produtores independentes. Com o compromisso de transmitir 12 horas por dia de programação nacional independente, os principais segmentos temáticos da programação são música, dança, teatro, artes visuais, meta-cinema, filosofia, literatura, história-política e sociedade.

Crédito de Conteúdo e Foto via Agência Febre

A Revista Nós e outros Olhos apoia a Cultura e incentiva ações como esta!
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novembro 20, 2018

Escultura - Um tour pelas artes, parte 4

por , em
Olá pessoas. Eu sou Willian Vulto e estamos de volta com mais um post da minha série sobre as formas de arte. Semana passada eu falei sobre Pintura (Veja Mais), e essa semana eu vou falar um pouquinho sobre esculturas.

Sobre a Escultura
A Escultura é a forma de arte mais concreta no que diz respeito a seu produto final. Uma estátua é uma estátua. Ela é sólida, concreta, tridimensional e, inegavelmente, real. Mesmo enquanto representação, trata-se de uma representação mais substancial possível com a limitação do material utilizado. A escultura tem peso, tem volume e exerce uma atração particular sobre nós. Você pode até chamar de gravidade se quiser.

Uma coisa legal é que escultura é um grupo muito versátil. É possível fazer escultura com todo o tipo de coisa: vidro, madeira, mármore, pedras, plástico, gelo, alumínio, livros, metal, cerâmica, ossos, papel e mais um monte de coisas. Cada tipo de material vai exigir um tipo de técnica único que vai ser aperfeiçoado por uma classe de artistas diferentes. A escultura pode variar do ultra realismo às loucuras conceituais mais extravagantes, sem mudar o material, por exemplo.

Outra coisa interessante da escultura é que ela existe como arte quando há uma negação de uma utilidade prática no uso do material. Uma pessoa pode unir partes em madeira para construir uma mesa ou uma escultura. Se não há diferença, por que uma mesa não é uma escultura? Me parece que, independente do material, quando se constrói uma peça com uma funcionalidade clara, essa funcionalidade nega a natureza artística da escultura. É claro que pode haver uma mesa de madeira inteiriça com lindos acabamentos e muitos detalhes estéticos, mas ninguém vai chamá-la de escultura.

Seguindo nessa linha, podemos pensar que a escultura é uma arte de negação. Imagine um bloco de mármore, ou qualquer outro material. Esse bloco contém, dentro de si, o potencial de ter infinitas formas. Então, talhá-lo em uma estátua destrói, através da negação, todas as outras peças que existiam ali. Isso significa que esculpir nega, não só o sentido prático, mas também outras esculturas.

Então, em resumo, esculpir é negar, tanto à praticidade dos ofícios tradicionais, quanto todas as outras obras que estão presentes no material.

Esculpir é escolher uma verdade entre muitas que o material te oferece. Escolher a verdade que mais te agrada.

Indicações

Peter Demetz 
Realismo em madeira

Wesley Fleming
Insetos em vidro

John Paul Azzopardi
Escultura com Ossos

Seo Young Deok 
Escultura com correntes de bicicleta

Sui Park
Braçadeiras de Plástico

Hsu Tung Han
Esculturas em madeira simulando arte pixelada

Vídeo mostrando a técnica das esculturas em vidro:

Por hoje é só.
Espero que tenha gostado.
Continuo esse tour pelas artes na semana que vem. 
Até lá

Artigo
Willian Vulto
Um grande conhecedor do mundo das artes, filmes, games, literatura, quadrinhos e muito mais... Willian Vulto dirige o site de arte e entretenimento "Lugar Nenhum", local onde poderá conferir as novidades deste segmento com grande criatividade e exclusividade.

Acesse: lugarnenhum.net

Imagens: Google
novembro 19, 2018

Nesta sexta, homenagem à Akira Kurosawa no Instituto Cultural Brasil Japão no Rio de Janeiro

por , em
Akira Kurosawa foi um dos grandes cineastas do Japão, influenciando toda uma geração. E em homenagem a toda sua trajetória, o ICBJ - Instituto Cultural Brasil Japão irá exibir o documentário "Uma Mensagem de Kurosawa" (2000), estrelando o próprio cineasta e Kazuo Kurosawa. Um arquivo dos 50 anos da sua carreira.

Um evento para você se inspirar e também para refletir, já que seus trabalhos trazem fortes emoções em relação à diversas questões.

O evento acontecerá no dia 23/11 (sexta-feira) às 18h no ICBJ - Instituto Cultural Brasil Japão
Av. Franklin Roosevelt, 39 - Salas 1507 à 1512
Rio de Janeiro, RJ

 É gratuito, mas é necessário fazer a inscrição pelo email eventos@icbj.com.br
Para você que ainda não conhece os filmes do Akira Kurosawa, assista Sonhos e entenda porque ele foi um grande influenciador.

Abaixo, sua filmografia:
2000 - Uma Mensagem de Kurosawa
1993 - Madadayo
1991 - Rapsódia de Agosto
1990 - Sonhos
1985 - Ran (Os Senhores da Guerra)
1980 - Kagemusha (A Sombra de um Samurai)
1975 - Dersu Uzala (A Águia das Estepes)
1970 - Dodeskaden (O Caminho da Vida)
1965 - Akahige (O Barba Ruiva)
1963 - Tengoku to jigoku (Céu e Inferno)
1962 - Tsubaki Sanjûrô (Sanjuro)
1961 - Yojimbo (O Guarda-Costas)
1960 - Warui yatsu hodo yoku nemuru (Homem Mau Dorme Bem)
1958 - Kakushi toride no san akunin (A Fortaleza Escondida)
1957 - Donzoko (Ralé)
1957 - Kumonosu-jō (Trono Manchado de Sangue)
1955 - Ikimono no kiroku (Vivo no Medo)
1954 - Shichinin no samurai (Os Sete Samurais)
1952 - Ikiru (Viver)
1951 - Hakuchi (O Idiota)
1950 - Rashōmon (Às Portas do Inferno)
1950 - Shubun (O Escândalo)
1949 - Nora Inu (Cão Danado)
1949 - Shizukanaru ketto (Duelo silencioso)
1948 - Yoidore tenshi (O Anjo Embriagado)
1947 - Subarashiki nichiyobi (Um Domingo Maravilhoso)
1946 - Waga seishun ni kuinashi (Não Lamento Minha Juventude)
1946 - Asu o tsukuru hitobito
1945 - Tora no o wo fumu otokotachi
1945 - Zoku Sugata Sanshiro
1944 - Ichiban utsukushiku
1943 - Sugata Sanshiro (A Saga do Judô)


Uma dica muito legal de evento para você curtir, conhecer pessoas e também assistir a um documentário incrível.

O Instituto Cultural Brasil-Japão é uma instituição civil, privada, sem fins lucrativos. Foi criado em 1957 por um grupo de brasileiros, japoneses e nisseis, apoiado pelo Embaixador Japonês Yoshiro Ando, com o propósito de implementar as relações culturais entre os dois países.

Artigo: Equipe Neoo
Imagens: Google

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