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junho 16, 2023

Pera ao Vinho com Especiarias: A sensualidade em forma de alimento

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Acreditamos que a gastronomia pode ser uma forma de conexão e amor, e nada melhor do que explorar os ingredientes afrodisíacos para despertar a paixão e a intimidade. Não é Verdade?

Por isso, hoje damos sequência na nossa maravilhosa série sobre "Receitas Afrodisíacas", onde em cada capítulo, apresentamos uma receita bem especial para os casais recriarem em suas casas. E para você que se deliciou com o inesquecível Risoto de Cogumelos (primeira receita dessa série), nada melhor do que se aventurar em uma nova e irresistível criação culinária, que além de encantar todos os sentidos, desperta a paixão e enaltece a plena sensação de satisfação.

Pera ao Vinho com Especiarias
A sensualidade em forma de alimento
Receita de Pera ao Vinho com Especiarias
Para essa sobremesa, mergulhamos em uma doce e picante aventura, onde a Pera, conhecida como a fruto do amor, se encontra em uma fervorosa paixão com o Vinho Branco, que traz consigo um toque de sofisticação. O encontro desses dois ingredientes é uma explosão de sabores que fazem o coração bater mais rápido. E ao acrescentar especiarias cuidadosamente selecionadas, como o Anis Estrelado, a Canela e o Cravo, você será capaz de criar uma belíssima combinação de sensações na boca, onde cada mordida é um mergulho profundo em um oceano de prazer, ou melhor, onde os sentidos são despertados e os desejos ganham vida.
Receita sensual de sobremesa para os casais
Para começar, selecionamos Peras maduras, firmes e suculentas, garantindo a qualidade e o sabor excepcional da fruta. Em seguida, incluímos como base de preparo um belo Vinho Sauvignon Blanc, que por ser estimulantemente aromático e equilibrado, para nós é a variedade que melhor se complementa com as notas delicadas da Pera e com as especiarias selecionadas. Vale destacar que o Vinho Branco utilizado nessa receita é seco, ou seja, traz uma agradável acidez no paladar, além, claro, de realçar plenamente a doçura natural da fruta.
Vinho para receitas de sobremesa
E além do Vinho, as especiarias nesta receita desempenham um papel fundamental no resultado final. Só para você ter uma ideia, aqui utilizamos uma mescla cuidadosa de Canela em Pau, Cravo da Índia e Anis Estrelado, todas selecionadas pelas suas notas aromáticas e pelo seu potencial afrodisíaco. Inclusive, essas especiarias além de adicionarem camadas de sabor e complexidade ao prato, possuem propriedades conhecidas por estimular a paixão e despertar os sentidos, tornando essa experiência ainda mais envolvente e especial.
junho 14, 2023

O Poder Afrodisíaco do Risoto de Cogumelos

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Em um mundo agitado, repleto de compromissos e responsabilidades, encontrar tempo para nutrir o relacionamento amoroso é essencial. E o que poderia ser mais encantador e emocionante do que a união de sabores em uma cozinha cheia de amor? Por isso, hoje te convidamos para uma incrível e irresistível jornada através das receitas afrodisíacas, onde as sensações e os prazeres intensos, estão em plena evidência.
A melhor receita de Risoto de Cogumelos
Então para iniciarmos esse tour pelo mundo de sabor, imagine-se um jantar romântico à luz de velas, com direito a Risoto de Cogumelos e Vinho Especial, uma harmonização super envolvente que promove uma experiência sensorial incrível. Aqui, cada garfada desperta os sentidos, cada aroma acende uma chama ardente dentro de nós, cada ingrediente, cada especiaria, cada detalhe, tudo, têm o poder de elevar o sabor e eletrificar a atmosfera do momento.
Risoto Afrodisíaco de Cogumelos
Fala a verdade... Bom demais, né? Então junte-se a nós nesta bela jornada gastronômica onde o amor e a comida se encontram, onde o afeto e a ternura se manifestam, onde o carinho e a reciprocidade estão sempre em plena sintonia.

Risoto de Cogumelos
Uma receita inesquecível!
Iniciando o nosso menu apaixonante, começamos com um belo Risoto de Cogumelos, um prato onde a harmonia de texturas e de sabores se entrelaçam graciosamente em cada garfada. Só para você ter uma ideia, os cogumelos, símbolos da fertilidade e da vitalidade, trazem consigo uma sensualidade oculta, enquanto o arroz, com sua textura cremosa, convida ao toque suave dos lábios. Hummm! Para nós, essa é uma receita que deve ser compartilhada realmente com quem se ama, pois assim como numa dança, estar à dois neste momento é o que em definitivo aquecerá o coração dos apaixonados.

Para fazer a nossa receita você vai precisar de:
1 xícara de Arroz Arbório
Azeite de Oliva Extra Virgem
2 pedaços de Manteiga
1/2 Cebola Branca
300g de Cogumelo Shimeji
500ml de Caldo de Legumes
150g de Queijo Raiz do Sol
1 taça de Vinho Rosé Seco
Sal a gosto

Preparo:
Em uma panela média, aqueça um fio abundante de azeite de oliva e adicione a cebola picada e refogue-a brevemente. Acrescente os cogumelos, o sal e mexa delicadamente, permitindo que absorvam os sabores da cebola e do azeite. Deixe-os dourar ligeiramente, realçando seus aromas terrosos e textura delicada. Reserve!

Na mesma panela (mas sem as cebolas e os cogumelos), insira mais um fio generoso de azeite e em seguida, o arroz e o sal à gosto. Mexa bem e deixe dar uma refogada. Acrescente novamente o refogado da cebola com os cogumelos, envolvendo plenamente todos os ingredientes. Em seguida, adicione o vinho e o caldo de legumes, mexendo sempre levemente e até eles evaporarem. Acompanhe o processo mexendo sempre, até que o arroz esteja cozido, mas ainda al dente. O risoto deve estar cremoso e com uma leve resistência. Esse é o ponto perfeito para apreciar sua textura envolvente.

Finalize o risoto com a manteiga e o queijo, mexendo bem, permitindo que a manteiga derreta e o queijo se incorpore ao risoto, enriquecendo-o com seus sabores intensos.
outubro 25, 2018

Mundo Natural: Fêmeas que se reproduzem sem a presença do Macho

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Quanto mais conhecemos sobre a evolução na Natureza, mais nos surpreendemos!

Para quem não conhece essa espécie de Lagarto da foto, eles, aliás elas, são as Cnemidophorus Uniparens e a curiosidade aqui é que é uma espécie que se reproduz por partenogênese, ou seja, o desenvolvimento do ser vivo acontece a partir de um óvulo não fecundado.

Tem muitas publicações que chegam a mencionar que só existam fêmeas dessa espécie e que delas só nasçam "meninas", rs... Mas segundo o Top Biologia isso é um mito, pois na maioria dos casos, a partenogénese é apenas uma possibilidade eventual, sendo a reprodução com contribuição gênica paterna a mais comum. Logo, as fêmeas da espécie não abandonaram os machos.

A também outras espécies que se reproduzem dessa forma... Curioso, não?

A Natureza dá sempre um jeito de evoluir!


Artigo: Equipe Neoo
Fonte de Pesquisa: Top Biologia
Imagem: Google

dezembro 07, 2017

Quer saber mais sobre fetiches e se entreter ao mesmo tempo?

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Existem filmes que mexem com a gente. 

No universo do fetiche e do BDSM, temos desde clássicos mais indigestos, como “Calígula” e “Saló” – ambos revolucionários na forma de expor o sexo em toda a sua crueza até outros que trazem muita inspiração e boas ideias… Sempre de forma saudável e consensual, é claro.
Shutterstock
Direção: Jouni Hokkanen
Curta-metragem
Finlândia, 2010

Didático, fala sobre o Kinbaku, estilo japonês do bondage baseado no uso de padrões simples, mas visualmente intrincados, com vários pedaços de corda, geralmente cânhamo ou juta.
“Calígula”
Direção: Tinto Brass
Longa-metragem
Itália/EUA, 1979

Clássico com C maiúsculo, o filme gira em torno da ascensão e queda do imperador romano Gaius Caesar Germanicus, mais conhecido como Calígula.
“Cruising”
Direção: William Friedkin
Longa-metragem
EUA, 1980

Al Pacino vive um detetive que se infiltra na comunidade gay nova-iorquina para capturar um assassino serial de homossexuais. O diretor William Friedkin, no entanto, teve de excluir mais de 40 minutos das filmagens, que mostravam sexo intenso entre homens e referências explícitas à cultura leather.
“Secretária”
Direção: Steven Shainberg
EUA,  2003

Adaptado de um conto da escritora americana Mary Gaitskill, o filme conta a história de Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal). Após receber alta em uma clínica psiquiátrica, ela volta para casa e sente que o convívio com sua família nada acolhedora voltará a lhe fazer mal. Lee começa então a trabalhar para Edward Grey (James Spader), um advogado pra lá de enigmático, que, sob o pretexto de puni-la por pequenos erros no trabalho, acaba por inseri-la em um mundo fascinante de castigos, punições... E paixão sadomasoquista. Em tempo: Maggie Gyllenhaal faturou diversos prêmios por sua brilhante (e realista) interpretação de secretária submissa.
“A História de O”
Direção: Just Jaeckin
França, 1975

Filme baseado em História de O (em francês: Histoire d’O), romance erótico escrito por Pauline Réage (na verdade, Anne Desclos, sob pseudônimo) e publicado na França, em 1954. Convencida pelo namorado a experimentar sessões de sadomasoquismo, “O” (Corinne Clery) é levada a um castelo em Paris, onde ele a obriga a se prostituir e a submete a uma série de flagelos físicos. Em dado momento, ele a dá de presente para um amigo, Sir Stephen, que a marca com ferro em brasa e assim consolida sua “escravidão”.
Embora seja um clássico do BDSM, “A História de O” foi duramente criticado por quem conhece bem a história literária que o inspirou. Isso porque o roteiro cinematográfico desvia-se barbaramente do original e concede a O um “final feliz”, que nada tem a ver com o mergulho psicológico da personagem traçada por Réage/Desclos. Ainda assim, é um filme para ser visto, com algumas cenas memoráveis e excelente atuação do elenco.
“Leather”
Direção: Patrick McGuinn
EUA, 2013

Quando o pai de Andrew (Andrew Glaszek) morre, ele viaja com seu namorado, Kyle, para as montanhas de Catskill, onde seu pai passou os últimos anos morando em uma cabana.
Lá, ele reencontra Birch (Chris Graham), seu amigo de infância, que era ajudante do pai de Andrew e faz pequenos trabalhos de artesanato em couro, além de pesca e carpintaria.
O triângulo que se forma é explosivo, para dizer o mínimo. 




Por Heitor Werneck


novembro 16, 2017

Incríveis aventuras do cavalo-marinho

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A fêmea toma a iniciativa do namoro, o macho dá à luz os filhotes. Não têm boca, mas comem muito. Têm características de muitos animais, mas na verdade são apenas peixinhos.

Para nós, o bicho é apenas o cavalo-marinho. Aliás, um ser muito mais estranho do que supunham os gregos, que lhe deram o nome de: hipocampo, que quer dizer cavalo (hippos) e lagarta (campe). Basta observar de perto esse animal para descobrir que ele reúne características de, pelo menos, mais três bichos além de cavalo e da lagarta. Seus olhos se deslocam independentes, nas órbitas, como os olhos dos camaleões. Também de camaleão é a principal característica de sua pele: muda de colorido conforme as circunstâncias. A cauda é preênsil, como a de um macaco; a barriga é de … canguru! Isso mesmo, o cavalo-marinho incuba seus filhotes dentro de uma bolsa ventral, característica dos marsupiais (gambás, cangurus etc.).

Pois com toda essa fantasia o cavalo-marinho é, na verdade, um inofensivo peixinho. Talvez o único traço que denuncie a sua categoria de peixe seja a presença de duas minúsculas e quase transparentes nadadeiras dorsais. Mas um animal tão insólito como ele não poderia ser enquadrado nos compêndios de Zoologia como um peixe qualquer. Assim, o cavalo-marinho tornou-se cientificamente um respeitável gasterosteiforme. Esse nome indica que o corpo do animal tem a forma de um estômago (alongado) e uma notável estrutura óssea. E é exatamente nessa estrutura óssea que vamos encontrar mais uma incrível semelhança entre cavalos-marinhos e animais de outras categorias. Dessa vez eles podem ser considerados algo semelhantes aos artrópodes (insetos, crustáceos, aracnídeos, etc.). Caracterizados por suas carapaças articulares, os artrópodes são animais revestidos por armaduras que funcionam como “esqueletos externos”, sustentando internamente os músculos e os demais componentes do organismo. Nisso eles diferem radicalmente de animais vertebrados cujo esqueleto de sustentação fica envolvido por espessas camadas de músculos.
O cavalo-marinho parece viver enfiado dentro de um verdadeiro exoesqueleto de artrópode. Por ter o esqueleto assim “à flor da pele”, dá a impressão de estar sempre passando fome. Sua alimentação, por sinal, gera outra inesperada questão. Aparentemente, o cavalo-marinho não tem boca, pois parece estar com os lábios soldados. Só depois de um minucioso exame é possível descobrir um pequeno orifício bem na ponta do “focinho”. Ali é a boca, o ponto inicial de um longo e estreito canal, onde o alimento é aspirado em direção ao estômago. Seu “cardápio” pode ser variado, porém deve obedecer a uma rigorosa seleção de tamanho. Só passam para o tubo digestivo bichinhos minúsculos, tais como as quase invisíveis pulgas-da-praia (anfípodes) e microscópicos camarõezinhos. O alimento não exige dele um grande esforço. Com a cauda enrolada na haste de uma alga, tudo que tem a fazer é ficar literalmente filtrando a água à sua volta. Muita vezes o animal aspirado é um pouco maior que o diâmetro do tubo aspirador, mas a força de sucção é tão grande que chega a despedaçar a vítima de encontro à ponta do focinho. Assim fica fácil carregar os restos para a barriga do cavalo-marinho. Esses curiosos habitantes dos mares tropicais estão distribuídos pelo mundo em aproximadamente cinqüenta espécies. Todos pertencem a um único gênero Hippocampus e, à exceção de tamanhos e cores, pouco diferem entre si. O maior deles é o Hippocampus ingens, encontrado na costa oeste das Américas, desde a Colômbia até o México. Seu comprimento alcança 30 centímetros e, se não pode ser considerado um gigante, pelo menos conta o dobro do tamanho médio das demais espécies. Na costa brasileira, a. espécie mais comum é o Hippocampus reidi, com até 18 centímetros. Seu colorido varia bastante, permitindo ao animal passar de tons acinzentados para o amarelo claro daí para o lanrajado até o vermelho-tijolo devido à essa facilidade de alteração de cores, os hipocampos se dissimulam com perfeição entre os diversos tipos de algas marinhas que constituem o seu ambiente predileto. Com freqüência são encontrados junto à costa, em águas pouco profundas (de 2 a 10 metros), sobre pedras recobertas por algas ou em recifes de corais.
A vida sexual do cavalo-marinho é o ponto mais alto de todas as suas esquisitices. Machos e fêmeas parecem haver trocado de papéis e com isso causaram uma verdadeira polêmica entre os primeiros biólogos que se dispuseram a devassar a privacidade de seus relacionamentos conjugais. A primeira surpresa, sem dúvida, é a enérgica atitude da fêmea ao tomar a iniciativa de cortejar o macho. Começando com um discreto roçar de cintura, ela logo se atira a carícias mais ousadas, enlaçando-o com a cauda. Embora a principio incrédulos, os cientistas acabaram constatando que, lá pelas tantas, é a fêmea que introduz algo na região ventral do companheiro. O material injetado é uma gelatinosa massa de ovos. Durante quase dois meses vai crescendo uma respeitável barriguinha sobre o discutível garanhão. O desenlace de todo esse espetáculo é previsível. Depois de cinqüenta dias de gestação, o macho dá à luz mais de trezentos minúsculos “potros-marinhos”.
O verdadeiro nascimento dos filhotes acontece no interior da bolsa, poucos dias após a transferência dos ovos para o organismo do macho. Mas só depois de um mês e meio é que eles estão aptos a abandonar a “incubadora paterna”, o que acontece sempre à noite. De toda a numerosíssima prole nascida de um único cavalo-marinho, apenas uma dezena ou pouco mais do que isso alcança a idade. adulta. A maior parte deles é devorada por pequenos peixes ou não encontra alimentação suficiente durante a primeira fase da vida. Com apenas 2 milímetros de comprimento, os potrinhos só podem se alimentar de seres microscópicos, nem sempre abundantes em certas regiões litorâneas. E o consumo diário de um recém-nascido é de milhares de larvas de microcrustáceos.

O comportamento sexual de várias espécies de hipocampos foi estudado pormenorizadamente em aquários e revelou uma mínima variação de estratégias. As manobras da fêmea estimulam o rápido crescimento de uma bolsa sobre o ventre do macho. Bem no centro, a bolsa contém um orifício, um poro dilatado que, durante o ato sexual, recebe o tubo ovopositor da fêmea. Ao penetrarem no organismo do macho, os ovos são prontamente fecundados ainda durante a passagem pelo canal de entrada. Depois de amontoados às centenas no interior da bolsa, eles passam a receber nutrição através de um complexo sistema de capilares sangüíneos, que irrigam esse órgão.

Há, portanto, uma curiosa semelhança de funções entre a bolsa de ovos do cavalo-marinho e o útero feminino de outros animais. A capacidade de uma bolsa incubadora é de perto de seiscentos ovos, número que não pode ser completado com a postura de uma única fêmea. Por isso, o “garanhão” dos mares fica destinado a ser depositário das oviposições de várias fêmeas. Servindo passivamente ao “harém” e contrariando, assim, o convencional conceito de poligamia em todo o reino animal, o hipocampo é, categoricamente, uma criatura do contra.
Pelo menos desde os tempos de Cristo, a fama dos cavalos-marinhos já se alastrava no mundo antigo graças aos ensinamentos de Plínio, naturalista e comandante militar do Império Romano. Segundo ele, as cinzas dos hipocampos incinerados combatia a calvície, as febres, as erupções da pele e evitava a morte dos mordidos por cão raivoso. Para os antigos gregos, o animal representava um veneno fulminante, desde que embebido em vinho. Por outro lado, ele era reconhecido como um poderoso antídoto contra outros venenos, quando engolido com vinagre e mel ou misturado com piche. Ainda hoje, na tradicional farmacopéia chinesa, o cavalo-marinho é tido como um potente afrodisíaco. Mas tudo isso é pura superstição. De fantástico mesmo ele só tem três coisas: a forma do corpo, o funcionamento do organismo e o comportamento sexual. O que, aliás, não é pouco para um mesmo animal.



Por Roberto Muylaert Tinoco
Imagens: Google

agosto 10, 2017

O que muda no seu corpo quando você deixa de fazer sexo?

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O lado bom da atividade sexual está comprovado. Abandoná-la, então, tem efeitos negativos? É o que diz a ciência
“Não fazer sexo é ruim para a saúde?” é uma das perguntas frequentes que se escutam em todo consultório sexual. Rodeada sempre pelo tabu, a sexualidade se encontra entre os objetos de estudo que costumam navegar entre a evidência científica, a experiência clínica e os mitos espalhados pelas crenças populares. Os benefícios da atividade sexual sobre sistemas como o cardiovascular, o neurológico e o imunológico estão demonstrados na literatura científica. Mas essas evidências podem dar margem para se pensar na ideia contrária: A abstinência tem efeitos negativos sobre o organismo? Apesar de a dúvida atingir muitas pessoas, a questão ainda está longe de ser definida como tema de discussão na ciência, e os profissionais da área de saúde não têm outro remédio a não ser basear suas indicações nos casos vistos nas próprias consultas.

Para entender por que as implicações negativas da inatividade sexual permanecem na indefinição, convém começar pelo próprio significado de abstinência. Como afirma o ginecologista e sexólogo do Hospital Universitário de Burgos Modesto Rey, porta-voz da Junta Diretora da Sociedade Espanhola de Contracepção (SEC), não existe uma anulação sexual plena como conceito geral. “Ninguém pode deixar de se comportar como ser sexual. O que é a abstinência, não ter relações com outras pessoas, não ter autoerotismo? Alguém pode anular as fantasias sexuais e suas interações com o sistema emocional e físico. A abstinência só poderia se referir à falta de práticas sexuais voltadas para o orgasmo. Mas não existem estudos que avaliem seu impacto na saúde das pessoas que decidiram não ter relações por razões morais ou místicas, ou por medos. No âmbito psicológico, depende da motivação de cada pessoa. Conhecemos casos em consultas de pessoas que não têm relações sexuais, mas não sofrem transtornos. O problema de fundo é como se evidencia o conflito de quem quer ter relações sexuais, mas não as tem”, diz Rey.


“Os efeitos negativos que se costuma falar são a contraposição dos benefícios que têm sido estudados. A relação positiva entre a sexualidade e a patologia cardíaca, os acidentes vasculares cerebrais e a síndrome metabólica como a diabetes tipo 2 está comprovada. Por exemplo, sabemos que as relações sexuais afetam a imunidade, uma vez que o déficit de relações sexuais não estimularia de forma adequada a imunidade. Quando se tem relações com um parceiro ou com diferentes se está em contato com antígenos de outras pessoas, o que favorece a imunidade”, afirma a sexóloga clínica Francisca Molero, codiretora do Instituto de Sexologia de Barcelona.

Quando alguém lê que o sexo é bom para a pressão arterial pode pensar no contrário, que a falta de atividade sexual se traduz em hipertensão. Mas não é assim. “É como dizer que o azeite de oliva virgem aumenta o HDL do colesterol que limpa a artéria, e se eu não ingerir acontecesse o contrário, mas sempre posso comer um bom presunto pata negra para subir o HDL. A atividade sexual aporta saúde, mas uma pessoa que decide ser abstêmia porque tomou a decisão com liberdade não tem qualquer tipo de prejuízo à saúde. A sexualidade é um elemento importantíssimo, mas se alguém decide abrir mão dela pode permanecer perfeitamente saudável”, afirma Manuel Lucas, presidente da Sociedade Espanhola de Intervenção em Sexologia (SEIS) e secretário-geral da Academia Internacional de Sexologia Médica (AISM) e professor do Mestrado de Sexologia na Universidade de Almeria.

Quando aumenta a ansiedade

Quando, então, a abstinência sexual é um problema? No caso de não se ter atividade sexual e isso representar uma preocupação, pode haver um efeito pernicioso. “Quando se fala da parada da atividade sexual, não por uma causa voluntária mas sim por algo que a impede, há estudos muito interessantes, como os de Els Pazmany, de 2014, que abordam os efeitos sobre a autoestima da pessoas ou a ideia do autoconceito, aumentando o estado de depressão e ansiedade. Uma pessoa que nunca teve uma atividade sexual individual ou compartilhada não sabe tão bem o que acontece, e, se cuidando em outros aspectos, a falta de sexualidade não tem porque ser tão negativa. Mas em uma pessoa que em um determinado momento teve relações sexuais e para ou abandona, o prejuízo é maior porque tem consciência dessa ausência, e o impacto psicológico acaba se traduzindo em outros processos fisiológicos e orgânicos”, diz Molero.

O estresse é provocado por diversas condicionantes, como a falta de sono e as preocupações diárias, mas também pode estar relacionado com o sexo, segundo um estudo de 2005 que detectou menores níveis de estresse entre pessoas que tinham mantido relações sexuais recentes. “A tendência natural fisiológica seria sempre compensar o nosso corpo: se estamos mal e nosso nível de dopamina e serotonina diminui por estarem bloqueados os sistemas de recompensa, teríamos que recorrer a um mecanismo natural como o sexo para tentar desbloquear essa situação, mas não o fazemos de forma espontânea devido aos condicionamentos sociais, morais e culturais que nos dizem que isso não é correto. É um exemplo de como a percepção de nossa saúde e a influência da cultura às vezes podem nos bloquear na hora de solucionar nossos problemas de saúde”, afirma Molero.

Mais repressão sexual, mais agressividade

Em um estudo de 18 anos, com revisões bibliográficas e pesquisas qualitativas sobre 66 culturas em diferentes lugares do mundo, Lucas demonstrou em sua tese doutoral, publicada no livro Sed de Piel, a relação entre o papel da mulher, a saúde sexual e a agressividade. “As sociedades mais agressivas são as mais abstêmias ou reprimidas. Toda cultura tem necessidade de contato. Nas sociedades onde o feminino é o prioritário e onde a figura do pai ou marido não existe, como no povo Na, na China, a moral sexual é flexível e a atividade é intensa, costuma coincidir com culturas muito pacíficas, enquanto que as culturas patriarcais como algumas tribos de Nova Guiné, onde 30% dos homens morrem em atos bélicos, são mais agressivas e, por sua vez, têm uma moral sexual mais repressiva”, diz o autor. Essa agressividade motivada pela abstinência também pode se expressar em sociedades como a nossa. “Pode ocorrer se a abstinência se deve a uma ausência não tranquila nem tomada livremente. A sexualidade é um valor, uma oportunidade, uma capacidade e um instrumento reabilitador e gerador de bem-estar, mas não é uma obrigação. Mas se uma pessoa não tem relações sexuais pela ótica do pecado ou por uma disfunção, doença ou incapacidade, ou porque acha feio, então se cria um problema”, explica.

Menor inteligência

Vinculado ao descanso e ao relaxamento, o benefício da atividade sexual sobre o sono também é algo que os abstêmios perdem, segundo Molero. “É algo que antes os homens sabiam, mas agora esqueceram um pouco. Antes utilizavam as relações sexuais para dormir e relaxar. Agora o estresse tomou tudo, e as pessoas não veem os remédios fisiológicos que o nosso próprio corpo tem, na verdade os ignoram. Ouvir o nosso corpo às vezes pode nos ajudar, como por exemplo no caso de recorrer à atividade sexual para dormir melhor”, afirma Molero.

Apesar de não ter sido referendada ainda em estudos posteriores, uma pesquisa de 2013 chegou a apontar que uma atividade sexual limitada poderia se traduzir em menor inteligência, devido ao papel do sexo como incentivo à neurogênese [a criação de novos neurônios] e à função cognitiva, uma vez que as relações sexuais podem impulsionar o crescimento celular no hipocampo, a região cerebral da memória a longo prazo.

Descuido da genitália

Fazer relações sexuais também contribui para uma questão nada fútil: a consciência sobre o cuidado com os órgãos genitais, algo que se costuma descuidar nos casos de abstinência, de acordo com a sexóloga. “Às vezes não levamos em conta o que temos: a vagina é um músculo, e se não trabalha, acaba ficando flácida e aparece uma hipotonia. O fato de percebê-la nas relações sexuais nos faz ser mais conscientes na hora de cuidar e trabalhar. É algo muito parecido no caso dos homens como o risco de câncer de próstata. Cada vez que o homem ejacula coloca em funcionamento todo um mecanismo muscular, neuronal e endócrino que faz com que o líquido flua e gere uma certa limpeza e descongestionamento da próstata, e se não há essa atividade não existe tanta reposição”, explica Molero.

A falta de relações sexuais também pode aumentar a probabilidade de padecer de disfunção erétil. Segundo um artigo de 2008 no American Journal of Medicine, após fazer o acompanhamento de 900 casos durante cinco anos, os homens entre 50 e 70 anos que tinham relação sexual uma vez por semana tinham a metade da probabilidade de desenvolver disfunção erétil do que os homens que as tinham com menos frequência. Os pesquisadores demonstraram que a atividade sexual regular permite conservar a potência sexual da mesma forma que a atividade aeróbica mantém a capacidade física do corpo.


Imagem Divulgação

julho 06, 2017

Professor capixaba lança livro sobre educação e sexualidade

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De acordo com o autor, motivação da pesquisa veio da necessidade do autor em compreender a solidão que sentia em seu processo educacional. Lançamento acontece nesta sexta-feira.

Em um momento de importantes transformações sociais e de intenso debate sobre a abordagem relacionada a sexualidade nas escolas, a editora Cousa lança nesta sexta-feira o livro "Crianças e sexualidade: saberes-fazeres produzidos dentro-fora das escolas. A publicação é de autoria do professor capixaba Haroldo Vidal.  

O autor, que é doutorando em educação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ),  faz uma crítica ao conservadorismo na educação e aponta caminhos para uma escola mais democrática e humanizada.

A motivação da pesquisa veio da necessidade do autor em compreender a solidão que sentia em seu processo educacional desde criança. "Hoje vejo um movimento muito forte, alunos e alunas mais conscientes e libertos no que se refere à sexualidade, com isso o livro chega até os profissionais de educação como um alerta, uma vez que a sexualidade reprimida pode se tornar trauma. Entendemos, como Foucault, que nosso corpo é uma construção política e social, logo, a escola tem que estar preparada para a formação plena", defende Haroldo.

No lançamento,  será realizada uma roda de conversa sobre o tema com o autor, Conceição Soares, professora da UERJ; e Edmar Thiengo, professor do Ifes. 

A publicação já está em pré-venda no facebook da editora Cousa. O livro também está disponível na versão digital, que pode ser adquirida nas principais lojas virtuais em formato epub.

Serviço
Lançamento do livro: Crianças e sexualidade: saberes-fazeres produzidos dentro-fora das escolas
Haroldo Vidal, 146 páginas, Cousa, 2017.

Dia: 07 de julho de 2017, das 19h às 21h.
Local: Arquivo Público do Estado do Espírito Santo
Rua Sete de Setembro, 414, Centro Histórico de Vitória-ES.

Roda de conversa com o autor, Conceição Soares (UERJ) e Edmar Thiengo (IFES).

O livro será vendido a R$ 35,00. 
No lançamento, serão aceitos cartões de crédito e débito das principais bandeiras.


abril 06, 2017

Ver pornografia antes de um encontro aumenta chances de ele ser bem-sucedido, diz estudos

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De acordo com o estudo, ver pornografia ou imagens de nudez fazem com que a pessoa se sinta mais encorajada a interagir com outra.


Foto: imprensa


Recentemente, um estudo publicado pela “Human Communication Research” relacionou o hábito de consumir muito material pornográfico regularmente com a propensão de homens a se sentirem insatisfeitos com o próprio relacionamento. De acordo com Carla Zeglio, psicóloga que é especialista em sexualidade, a pornografia normalmente expõe situações irreais – como a ausência de preliminares em grande parte dos casos, ereções infinitas e orgasmos em todas as relações – que geram expectativas dificilmente atendidas, o que pode motivar a insatisfação.

Porém, de acordo com outro estudo, a pornografia pode trazer alguns benefícios. Um estudo publicado recentemente pelo “Personality and Social Psychology Bulletin” consultou 246 alunos e alunas de graduação heterossexuais e descobriu que assistir a material pornográfico antes de encontrar um parceiro ou uma parceira em potencial pela primeira vez faz com que as chances de o encontro ser bem-sucedido aumentem. A ação também parece ter o mesmo efeito em interações iniciais via aplicativos de mensagens.

Outra situação que também mostrou resultados positivos foi a de visualizar a foto de uma pessoa do sexo oposto sem as roupas por apenas 0,03 segundos. De acordo com os dados levantados pela pesquisa, pessoas que são expostas a essa situação ficam mais inclinadas a participar de encontros às cegas do que aquelas que foram expostas à foto de um peixe.

Por que isso acontece?

De acordo com o estudo, o sexo “solta sua língua”. A ativação do sistema sexual pela pornografia encoraja o uso de “estratégias” que fazem as pessoas ficarem mais próximas de parceiros em potencial. De acordo com o psicólogo Michael Birnbaum, que falou ao site britânico “The Times”, o ato faz com que a pessoa fique mais propensa a revelar informações pessoais, motivando a outra pessoa a ser recíproca. “Consequentemente, você fica com a impressão de que aquela pessoa gosta de você, e reage gostando dele ou dela mais ainda e se comportando de acordo com isso”, ele afirma.









março 16, 2017

Já dá para fazer sexo pelo seu smartphone

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Por meio de um vibrador, app permite enviar estímulos sexuais ao parceiro.
Lambidas estimulam os movimentos sexuais do app (CamSoda/Divulgação)
Graças ao O-Cast, uma loja erótica virtual da empresa CamSoda, já é possível praticar sexo oral e compartilhar os movimentos com vibradores, via smartphone, para que o parceiro sinta os estímulos “do outro lado”.

Para tal, o usuário precisa fazer o download do aplicativo e, por meio de lambidas na tela do celular, criar padrões de vibrações sexuais. Esses movimentos são enviados, via bluetooth, a vibradores que vão reproduzir as investidas de acordo com as preferências de sexuais do usuário. Ainda é possível usar o dedo para criar os estímulos, porém, de acordo com a empresa, “as lambidas são mais sedutoras”.

Há alguns meses, a CamSoda já havia lançado um serviço similar exclusivo para o público masculino. Na ocasião, o usuário criava os padrões de movimentos sexuais usando um pênis artificial. Os dados eram enviados para uma espécie de ‘luva’ para serem colocados em prática. No entanto, a novidade não deu muito certo devido ao preço elevado. Enquanto o O-Cast custa 100 dólares (cerca de 315 reais), para brincar com as ‘luvas mágicas’, o usuário precisaria desembolsar 250 dólares (aproximadamente 780 reais).

Na loja virtual do app, há 12 amostras de ‘orgasmos’ que estão disponíveis para download, como: “Ficando Loco (Getting Loco)”, “Banho Sensual (Sensual Bath)” e “Nuvem de Marshmallows (Mushrooms clouds)”. Entretanto, é possível personalizar as sensações.



Via: veja.abril / Texto: Carla Monteiro
dezembro 15, 2016

Homem tende a abrir mão da camisinha se a mulher é bonita

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Imagem: divulgação


Homens são mais propensos a abrir da mão da camisinha quando a mulher é bonita, segundo uma pesquisa científica. Já se a parceira for “mais ou menos”, eles tendem a achar que a chance de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) é maior.

Pesquisadores das universidades de Southampton e de Bristol, no Reino Unido, convidaram 51 homens heterossexuais para avaliar fotos de 20 mulheres diferentes e dizer com quais delas topariam ir para a cama sem proteção. Os resultados foram publicados no British Medical Journal e divulgados no The Washington Post.

Os participantes tinham idades entre 19 e 61 anos. Eles tiveram que dar notas para cada mulher fotografada levando em conta fatores como atratividade, além de dizer a probabilidade de cada uma ter uma DST.

Segundo os homens, quanto mais atraente era a mulher, menores as chances de ter uma doença. Embora o estudo seja pequeno, ele reforça resultados semelhantes obtidos em pesquisas anteriores. De modo geral, as pessoas tendem a associar boa aparência a boa saúde. Mas a verdade é que as DSTs são democráticas: elas afetam feios, bonitos, pobres e ricos. Por isso, camisinha sempre.




Por Jairo Bouer




novembro 30, 2016

Cubatão realiza atividades no Dia Mundial da Luta Contra a Aids

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imagem: Google

Serão distribuídos preservativos e materiais informativos sobre a doença. 
Exames podem ser feitos no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA).

O Dia Mundial da Luta Contra a Aids acontece no dia 1º de dezembro. Para conscientizar a população sobre a doença, a cidade de Cubatão, na Baixada Santista em SP, realizará um pedágio na esquina das avenidas Nove de Abril e Joaquim Miguel Couto, onde serão distribuídos preservativos e materiais informativos sobre a doença.

A distribuição acontece nesta quinta-feira (1), das 9h às 12h.

Além disso, para estimular o diagnóstico precoce da doença, a ‘Campanha Fique Sabendo’ também acontece no município.

A cidade realiza exames rápidos de HIV e sífilis durante todo o ano no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que fica na Rua Dom Pedro I, 104, no bairro Vila Nova, Cubatão, SP



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Fonte: http://www.falasantos.com.br




novembro 17, 2016

Fotógrafo Albert Pocej clica mulheres no momento do orgasmo

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O orgasmo feminino é assunto cheio de lados e camadas: natural e tabu, múltiplo ou inalcançável, um mistério, um dilema, uma dádiva, um sonho – e foi em um sonho que o fotógrafo Albert Pocej descobriu que esse seria o tema de seu próximo projeto: fotografar mulheres no instante em que atingissem o orgasmo.


A Galeria






























Encontrar as modelos foi a tarefa mais difícil, especialmente quando Albert esclareceu que não queria encenação. De todas as mulheres que aceitaram participar, ao fim restaram essas – e todas elas de fato atingiram o orgasmo, segundo elas próprias, no instante de suas respectivas fotos. Para melhor preparar o processo, para algumas Albert realizou o ensaio usando time lapse (tirando uma foto por segundo por um longo período de tempo) e sem estar perto da modelo, enquanto para outras ele pode fotografar com a câmera na mão.





Fonte: http://www.hypeness.com.br





setembro 08, 2016

Como fazer pompoarismo em casa sem o uso de acessórios

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O pompoarismo é uma antiga técnica oriental que tem como objetivo aumentar a consciência e controle da mulher sobre os músculos pélvicos e, desta forma, melhorar substancialmente sua qualidade de vida. Ela consiste no fortalecimento da musculatura da região através de movimentos de contração e relaxamento.

As maiores vantagens decorrentes deste processo são o combate à flacidez da vagina, o melhor funcionamento do trato urinário e maior prazer durante o sexo, com a paciente tendo mais capacidade de atingir e controlar o orgasmo.

"Ao usar a técnica no momento da intimidade, a mulher terá menos mecanismos sabotadores para impedi-la de chegar ao prazer e ao orgasmo", afirma a sexóloga e fisioterapeuta pélvica Lelah Monteiro.


Pompoarismo aumenta o prazer da mulher


Segundo explica a fisioterapeuta e educadora sexual Débora Pádua, ao contrair a vagina durante a penetração, a mulher aumenta o atrito entre o canal e o pênis, elevando o prazer para ambos. Além disso, uma vez que o orgasmo se caracteriza pela contração dos músculos da vagina, ao ter maior controle sobre este processo, a mulher é capaz de potencializar seu próprio clímax e até desengatilhá-lo sozinha.

Lelah ainda acrescenta que o pompoarismo ajuda a eliminar as dores na hora do sexo. "Ele não é somente o exercício de contração e relaxamento do músculo. Ele ajuda a mulher a se conhecer melhor, se tocar, ter esse encontro feminino", diz.

Para utilizar as famosas bolinhas Ben Wa, é necessário receber a orientação de um profissional. Para as mulheres que querem realizar pompoarismo em casa, Lelah ensina cinco exercícios que podem ser feitos sem o uso de acessórios.

Realize os passos na sequência descrita, preferencialmente todos os dias. Antes de iniciar, é indicado urinar para não ficar com vontade durante a prática. 


Aprenda:




Sente-se com as pernas cruzadas, uma sobre a outra, e com o tronco levemente inclinado para frente. Puxe a musculatura da vagina, como se estivesse fechando o assoalho pélvico, contraindo o períneo, e solte devagar, sem despencar. Repita várias vezes.




Fique em pé e deixe os joelhos semiflexionados. Apoie bem os pés no chão e relaxe a musculatura do trapézio, ombro, pescoço e rosto. Contraia o assoalho pélvico, como se houvesse um fio puxando a base do tronco para cima. Inspire contraindo a musculatura e expire relaxando. Se ficar mais confortável, coloque as mãos entre as pernas.




Deite-se na cama, colchão ou tapete. Flexione os joelhos, apoie os pés no chão e mantenha a coluna reta e bem apoiada na superfície. Primeira parte: inspire e expire encolhendo a barriga, como se estivesse empurrando o umbigo para as costas. Depois, inspire relaxando e expire contraindo o assoalho pélvico.




Realize o movimento de contrair e relaxar a musculatura pélvica (sem soltar de uma vez) subindo uma escada.




Contraia a musculatura do assoalho pélvico e simule uma tosse ou espirro. Repita algumas vezes.




Por Marianna Feiteiro




julho 25, 2016

Falta de higiene causa cerca de mil amputações de órgãos sexuais masculinos por ano no Brasil

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Inacreditável quando se imagina que pelo menos mil homens perdem seu “melhor amigo pênis” todos os anos. Mais assustador ainda quando descobrimos que tais amputações acontecem porque os homens, em pleno século XXI, ainda não sabem ou não tem o hábito de lavar seus órgãos sexuais. A situação fica tão séria que muitos adquirem câncer no pênis que termina em procedimento cirúrgico de amputação do órgão. Realmente assustador!

Os homens não gostam muito de ir ao médico e eles parecem ter “pavor” dos urologistas que insistem no exame de diagnóstico de câncer de próstata, que, para os homens, funciona como uma violação da sexualidade. Enfim, o fato é que atualmente, enquanto 16 milhões de mulheres brasileiras vão ao ginecologista todos os anos, apenas dois milhões de homens buscam o urologista por ano e a maioria deles já apresentam algum problema e não buscam apenas prevenção. Com isso, é fácil acreditar que pelo menos mil homens tem seus pênis amputados por ano.




O câncer de pênis é considerado raro. Representa apenas 2% de todos os tipos de câncer no país estando ligado aos homens que têm mais de 40 anos, são de baixa renda e não passaram por circuncisão e ainda possuem má higiene íntima. Isso quer dizer que os casos de câncer de pênis que resultam em amputação acontecem principalmente por que muitos homens não lavam seus pênis corretamente, ou simplesmente, não lavam de jeito nenhum. As complicações surgem quando as feridas aparecem e o crescimento celular de células cancerosas começam a se reproduzir. Assim, a higiene íntima dos homens é indispensável para sua saúde.




Como limpar o pênis todos os dias

Para evitar a acumulação de bactérias que geram mau cheiro, é fundamental saber lavar bem o órgão, por isso o primeiro a fazer quando estiver no banho é jogar para trás seu prepúcio e deixar a glande e o resto do pênis expostos. Aplique um sabão suave, preferivelmente especial para a região íntima, e lave muito bem de cima para baixo, incluindo também a glande ou ponta do pênis. É importante retirar o prepúcio para limpar o pênis, pois dessa forma estará realmente higienizando unicamente a parte exterior do falo, mas no momento que tiver uma ereção e o prepúcio retroceder, descobrirá que seu pênis não está adequadamente limpo e que conta com uma espécie de substância branca que gera mau cheiro.
Quando tiver limpado bem o pênis e retirado o sabão, lembre-se também que deve limpar seus testículos, passando igualmente sabão pela zona e massageando suavemente para eliminar o mau cheiro produzido pela sudorese. Passe o sabão até a zona do reto e faça uma limpeza profunda, assim diminuirá a possibilidade de qualquer mau cheiro que seja um incômodo.
novembro 18, 2015

Garoto de nove anos é acusado de assédio sexual após enviar carta de amor

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Foto: Getty Images

Um menino de nove anos de idade foi acusado de assédio sexual após dizer à uma garota que seus olhos eram “como diamantes” em uma carta de amor enviada em sala de aula. O caso absurdo ocorreu na cidade norte-americana de Tampa, na Flórida. 

O jovem admirador decidiu expor seus sentimentos para uma menina através de uma carta, dizendo que ela era bonita e fofa. “Eu gosto de você, gosto do seu cabelo porque ele não é desarrumado e gosto dos seus olhos porque eles brilham como diamantes”, escreveu o garoto da quarta série. 

Entretanto, ao invés de ganhar o coração da menina, a cartinha foi parar na mesa da professora, que a encaminhou para a direção da escola. Após uma reunião entre os funcionários do colégio, ficou decidido que a ação se tratava de um assédio sexual e o acusou criminalmente. 



Foto: Reprodução

Segundo a direção, a ação do garoto foi inadequada e não seria a primeira vez que ele havia enviado cartas para a menina. Além disso, outros estudantes afirmaram que o garoto tinha o sonho de ver a colega nua.

A mãe do acusado se revoltou com a postura da escola, dizendo que as intenções do menino são as mais puras possíveis. “Ele tem apenas nove anos, pelo amor de Deus. Um garoto não pode mais escrever cartas de amor? Ele sequer sabe o que significa assédio sexual”, disse a mulher em entrevista à emissora ABC. 



Dica: Carlos Valério
Fonte: https://br.noticias.yahoo.com



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