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NASA pretende mandar astronautas para o lado oculto da Lua em 2028


Em uma matéria divulgada na revista Forbes, a NASA e o restante da comunidade científica lunar estão planejando missões para a Lua nos próximos anos. Segundo eles, a agência espacial pretende chegar ao ponto de Lagrange L2 (que fica 60 mil quilômetros acima do lado escuro da Lua) em 2021 e, finalmente, alcançar a parte oculta do satélite em 2028.

“O primeiro voo-teste da nova nave espacial Orion estava agendado para setembro de 2014. Depois a nave está programada para dar a volta na Lua sem tripulação em 2017 e com tripulação para uma missão lunar orbital em 2021”, explica David Kring, cientista planetário do Lunar and Planetary Institute (LPI) fundado pela NASA em Houston, Texas, nos Estados Unidos.

Embora nesse momento a agência espacial não tenha fundos para promover uma missão lunar tripulada, o cientista afirma que a NASA já planejou testes espaciais para a nave Orion. Segundo ele, ao estacionar a nave na posição L2 seria possível manter simultaneamente a comunicação entre a Terra e o lado oculto da Lua. Porém, Kring defende que será necessário enviar rovers e astronautas para o satélite.

“Não é possível entender verdadeiramente um local sem que os humanos tenham realmente passado por lá. É como se estivéssemos tentando decifrar a Terra a partir de um satélite de monitoramento climático”, compara o cientista.

Ainda, o especialista acredita que a falta da presença do homem na superfície da Lua vem sendo um obstáculo para toda a exploração espacial. De fato, já faz mais de 40 anos que a Apollo 17 deixou a superfície lunar. “Essa ausência na superfície lunar minou o progresso da geologia lunar e de toda a planetologia. Toda vez que vamos à Lua, passamos a entender melhor a Terra”.

E mesmo com a necessidade de desenvolver um projeto e levantar fundos para uma missão lunar, Kring acredita que é possível: “Estamos prontos para aterrissar na Lua com uma equipe e dispositivos assim que tivermos uma oportunidade”, finaliza ele.



Fonte: http://www.engenhariae.com.br



Pesquisa: Binha Martins



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